Toxicologia Veterinária: do desenvolvimento sustentável à melhoria da qualidade de vida
Eliane Dallegrave, Silvia Otilia Gundlach Schmitz, Carlos Alberto S. Lessa
Este artigo descreve as várias atuações do toxicologista veterinário, sendo a mais conhecida a de clínico, atendendo casos de intoxicação acidentais ou intencionais em animais. Diante da infinidade de produtos existentes no mercado atual, seja na forma de agrotóxicos, domissaneantes, químicos industriais ou mesmo medicamentos, percebe-se o quão insegura para homens e animais, pode vir a ser a presença destes agentes no ambiente. Atualmente é atribuído ao animal um papel significativo no bem estar físico e mental das pessoas devido à relação de afeto estabelecida com os animais de companhia, este fato faz com que o perfil de acidentes em animais seja semelhante ao das crianças.
Acreditação do Núcleo de Análise Laboratorial do Centro de Informação Toxicológica do Rio Grande do Sul na NBR ISO/IEC 17025 ANVISA/REBLAS
Viviane Cristina Sebben, Rosemeri de Wallau Lugoch, Renata Loureiro Vianna, Aneli de Lisboa
Este artigo descreve a sistemática de implantação do processo para acreditação do laboratório, sendo baseado em registros de atas, no Manual da Qualidade, indicadores de desempenho e procedimentos operacionais padrão (POPs), sendo dividido em quatro fases. Cada fase contempla as ações executadas no período e as dificuldades encontradas. O intuito deste foi de auxiliar aqueles que querem implantar sistemas de gestão em serviços públicos, com poucos recursos financeiros.
Medicamento controlado: o personagem clandestino das intoxicações
Izabela Lucchese Gavioli, Alberto Nicolella
Este artigo aborda as diversas variáveis da questão medicamento controlado: a receita médica, o médico, o paciente e o farmacêutico. Os analgésicos, ansiolíticos-sedativos, anticonvulsivantes, antidepressivos, benzodiazepínicos e neurolépticos são responsáveis por mais de 50 % de todos os acidentes tóxicos com medicamentos atendidos pelo CIT/RS. Crianças até 4 anos de idade sofrem mais acidentes tóxicos com analgésicos, com os demais grupos de medicamentos são mais utilizados por adultos entre 20 e 39 anos.